terça-feira, 26 de agosto de 2008
Summertime!
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Thats why I love Gossip Girl!!!
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Love, love is a verb/ Love is a doing word
Esta versão é o terceiro single da surpresa José Gonzaléz e o seu albúm In Our Nature. Descobri-a na season finale de House MD cujo genérico é o instrumental do original dos Massive Attack. Posso dizer que a música... foi a única coisa que gostei em mais um episódio desta série que toda a gente tende a adorar menos eu. Falta aprofundamento humano das personagens... Têm uma boa base, mas péssima concretização.
Resumindo, a letra é linda, a música também. Enjoy.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
V. Innocentia Veritas Viat Fides Circumdederunt me inimici mei
Who list his wealth and ease retain,
Himself let him unknown contain.
Press not too fast in at that gate
Where the return stands by disdain,
For sure, circa Regna tonat.
The high mountains are blasted oft
When the low valley is mild and soft.
Fortune with Health stands at debate.
The fall is grievous from aloft.
And sure, circa Regna tonat.
These bloody days have broken my heart.
My lust, my youth did them depart,
And blind desire of estate.
Who hastes to climb seeks to revert.
Of truth, circa Regna tonat.
The bell tower showed me such sight
That in my head sticks day and night.
There did I learn out of a grate,
For all favour, glory, or might,
That yet circa Regna tonat.
By proof, I say, there did I learn:
Wit helpeth not defence too yerne,
Of innocency to plead or prate.
Bear low, therefore, give God the stern,
For sure, circa Regna tonat.1)
1) Circa Regna tonat: "It thunders through the realms"
terça-feira, 17 de junho de 2008
Finalmente... Seek Up
terça-feira, 10 de junho de 2008
The Tudors

The Tudors é uma boa série. Muito boa. Mostra como decorreu o inicio da polémica que Henry VIII criou durante o seu reinado e que o fez ganhar um lugar especial na história mundial. Desde o filme (nota 15) The other Boleyn girl, que esta história tantas vezes retatada no cinema me chamou a atenção, principalmente a personagem de Anna Boleyn. Tal como no filme, a série retrata esta jovem mulher como calculista, ambiciosa, manipuladora e linda... Principalmente linda. Tal como Josephine fez com Napoleon, Anna deixa o rei de mil mulheres à beira da loucura (também conhecida por aí como paixão).
As duas primeiras temporadas até agora lançadas, mostram como Anna vai mudar a vida dos ingleses, não esquecendo o retrato fiel à vida na corte, com a corrupção do clero e a promiscuidade dos nobres.
Boa fotografia, boa banda sonora e um excelente guarda-roupa. Fiel à história e no entanto adaptado aos tempos modernos, vemos um rei do século XVI dizer à amante "Oh fuck, I´m coming!" E sim, as cenas de sexo também são muito boas... Ao nivel de Californication, das melhores em televisão.
Recomendo.
Downtown
Quanto à quarta temporada, spoilers free... Eu gostei do final... Apesar de ter receio do caminho que os criadores estão a seguir, acho que os dois últimos episódios juntam muitos pontos dispersos no espaço e no tempo, e principalmente ajudam o espectador a começar a conceber o puzzle mental. Agora... Em 2009 há mais...
See you in another life Brotha!
sexta-feira, 30 de maio de 2008
My life's giant wheel

PS- A minha mãe leu o Segredo e pensa à semelhança de milhares de pessoas que descobriu a pólvora... Por isso... Se eles acreditam no segredo... Porque é que não posso acreditar eu numa roda gigante?
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Nostalgia
A quem me entende.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Eu estou em cada coisa encantadora que vês...
Não fiques parado no meu túmulo a chorar
Eu não estou lá; Eu ainda não dormi.
Eu sou milhares de ventos que sopram,
Eu sou a neve que cai suavemente.
Eu sou o brilho dos diamantes no solo,
Eu sou o sol nos grãos maduros,
Eu sou a gentil chuva do Outono.
Eu estou no silêncio da manhã.
Eu estou na graciosa agitação,
De lindos pássaros a voar em círculos.
Eu sou as suaves estrelas que brilham na noite.
Eu estou nas flores que despontam e crescem.
Eu estou num quarto silencioso.
Eu estou nos pássaros que cantam.
Eu estou em cada coisa encantadora que vês.
Não fiques no meu túmulo a chorar,
Eu não estou lá, eu não morri.
Oração datada de 1932 atribuída a Elisabeth Frye, uma poeta nativo-americana que viveu exactamente 100 anos.





